terça-feira, 1 de julho de 2008

Campanha pela violência na zona sul


Por Hélio de Carvalho

Dentre as muitas vocações naturais da cidade, uma em especial vem se destacando graças a grande imprensa. A violência. O curioso é que alguns bairros da zona sul - acredite - apresentam um dos mais baixos índices de ocorrências policiais do Rio de Janeiro.

O "estado de insegurança" apresentado fortemente pela mídia, nem sempre encontra amparo nas estatísticas e, logo, no cotidiano de bairros como o Leme e São Conrado.
O presidente da Associação de Moradores do Leme (Ama-Leme), Francisco Nunes diz que a sensação de falta de segurança aumentou depois dos tiroteios. Mas nega veementemente que o bairro seja violento. Ao contrário, disse que a guerra do tráfico foi um fato isolado.

- O bairro não tem uma história de violência. O Leme é um bairro residencial com potencial turístico, mas que infelizmente está fora das políticas de investimentos públicos. Poderíamos ser um modelo de urbanização e de preservação ambiental, mas as autoridades preferem investir em Copacabana”, lamentou o presidente, dizendo que o último governo a investir no Leme foi o de Marcello Alencar.

Em uma pesquisa encomendada pela Light - Cia de Eletricidade, São Conrado está em terceiro lugar dentre os mais seguros para se viver. O prisidente do Pólo de Turismo de São Conrado, Guilherme Bezerra, disse que essa estatística ainda não revela a realidade do bairro, já que se inclui nela os bairros do Leblon e Gávea. Uma pesquisa feita pela própria associação de moradores - AMASCO, apontou violência zero no último ano.

- São Conrado sofre com os confrontos entre policiais e tráficantes na Racinha e a própria guerra entre traficantes naquela região. Mas, vale considerar que a Rocinha é um bairro que faz limite com São Conrado e Gávea, mas não é um nem outro. Rocinha é um bairro próprio. Concluiu o presidente do Pólo.
Ainda assim, a mídia insiste em apresentar o bairro como sendo violento, afetando o valor dos imóveis - que já foi o metro quadrado mais caro do Rio - e sufocando a economia local.

A violência não é uma particularidade de uma cidade ou outra, senão uma realidade em todos os grandes centros no mundo inteiro. Não se pode fechar os olhos para esta questão em nossa cidade que é grave e precisa ser tratada com seriedade, não "maquiada" politicamente. Entretanto, não se deve fazer disto um "estado de terror" para atrair a atenção de leitores e expectadores dos jornais. Se isto é uma vocação carioca, tá mais do que na hora de mudar este comportamento. Já basta o problema em sí!

terça-feira, 24 de junho de 2008

Para maiores de 40 anos

Por Hélio de Carvalho

Copacabana é mesmo um lugar para todos. O Teatro Gláucio Gil, localizado à Praça Cardeal Arcoverde, s/nº, oferece uma Oficina de Teatro aos "jovens" da terceira idade, dirigida por Monique Lafond e o ator e professor André Luis França.


Monique de Gormaz Lafond, atuou em mais de 50 peças teatrais, nas décadas de 70 e 80. Nas novelas trabalhou em Duas Caras, paraíso Tropical, e na atual Belíssima é uma cliente do personagem Matheus. Premiada como Melhor Atriz em "Eu matei Lúcio Flávio", coordena atualmente a Oficina de Teatro da Idade da Sabedoria.


- Nossa proposta é melhorar a qualidade de vida e saúde dos integrantes do grupo. Afirmou.


As aulas acontecem sempre às terças-feiras, em dois horários: 10h e 14h.
Contatos podem ser feitos por e-mails diretamente com a atriz: monique@moniquelafond.com.br ou pelo telefone do teatro: 21 2547-7003.

Ipanema e Etc: Ciclovia será recuperada na orla do Leblon ao Leme

Leonardo Contão

A Secretaria Municipal de Obras irá iniciar a recuperação total da ciclovia que vai do Leme ao Leblon, começando pela retirada de asfalto desgastado, recapeamento e pintura de sinalização, melhorando a qualidade de vida dos moradores que usam esse espaço público, seja para prática de esportes ou um passeio em família pela orla.

A obra começará pelo Leblon e prevê a recuperação de uma área de 23.730 metros quadrados, onde serão aplicadas 2.230 toneladas de asfalto. A recuperação da via contará com um novo sistema de drenagem, melhorando a durabilidade da obra.

Moradores do Leblon ao Leme finalmente sorriem: "Eu já tive problemas correndo nessa ciclovia quando pisei em uma ondulação no asfalto", relembra Maurício Paiva, 39 anos, morador de Ipanema, que usa a orla da praia para correr todos os dias pela manha. Alguns moradores pedem respeito à prefeitura: "Tomara que as obras sejam cumpridas antes que chegue o verão", pede Solange Vieira, 53 anos, moradora do Leblon e frequentadora dos quiosques na orla: "Se o prazo para recuperar a ciclovia for de 90 dias, não gostaria de conviver com os transtornos das obras mais do que isso", finaliza.

Para suavizar os transtornos aos freqüentadores da área de lazer da orla, os trabalhadores executarão os serviços das 22h às 5h. A previsão dos técnicos da Coordenadoria Geral de Conservação é de que os trabalhos sejam realizados em 90 dias.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Ipanema & Etc / Comunidade: Laura Alvim, do sonho à eternidade

Claudio Santos
Nascida no bairro de Botafogo, Laura Agostini Alvim, mudou-se com a família para o bairro de Ipanema aos 4 anos. De beleza singular, e personalidade marcante, a jovem que foi impedida pela família de ser atriz, arrasou corações. Preferindo a liberdade, recusou quase 50 pedidos de casamento.

Com exuberância e estilo, em suas aparições públicas, Laura usava roupas pretas e longas unhas vermelhas. Costumava ornamentar o visual com chapéis que lhe cobriam parcialmente os olhos para compôr o estilo enigmático. Seu sonho não foi de todo frustrado. Passou a se apresentar em peças teatrais para um público seleto em sua casa.

Mesmo após perder sua fortuna, ela deu inestimável contribuição para a Cultura Brasileira. Chegou a alugar quartos para turistas, mas não vendeu a casa de 2 mil metros quadrados. Doou à FUNARJ com a condição do lugar se tornar num Espaço Cultural (Casa de Cultura Laura Alvim). Assim, essa personalidade que também foi garota de Ipanema, eternizou-se com glória e mérito.

A Casa de Cultura Laura Alvim fica na Avenida Vieira Souto, 176, Ipanema
Tels: 3181-6569 / 8615-3650


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terça-feira, 17 de junho de 2008

Ipanema & Etc / Dicas Úteis: Qualidade e bom preço

Claudio Santos

O Galitos Grill em Ipanema é uma ótima opção para quem gosta de comer bem sem precisar gastar muito. É o local onde o cliente pode escolher entre os quatro tipos de galetos: picante, picante médio, picante suave ou natural. Os acompanhamentos também são dos mais variados, entre eles estão: polentas, aipins fritos e os mais diversificados tipos de saladas e arroz para todos os gostos. Quem aprecia uma boa farofa, também poderá escolher entre as tantas que o Galitos oferece em seu cardápio.

Mas essas são só algumas das variedades, pois o menu também conta com a deliciosa picanha e a espetada servida com frango, lingüiça, carne, cebola e pimentão. Além desses, a lingüiça na brasa. Vale lembrar que os caldos de cebola e aspargos que são servidos como entrada, estão entre os melhores oferecidos pelos restaurantes da Zona Sul do Rio.

Os drinks e bebidas (que vão do vinho ao suco natural), atendem aos gostos mais exigentes. Isso sem falar das sobremesas. O Grill é ambiente perfeito para levar a família em qualquer dia da semana, mas se o cliente preferir, o lugar dispõe de um ágil serviço de entrega.

O Galitos Grill fica na rua Farme de Amoedo n°: 62 , esquina com a rua Visconde de Pirajá
Telefones: (xx)2287-7864 ou 3813-7657.

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quarta-feira, 11 de junho de 2008

Ipanema e Etc: Fumantes à míngua.

Leonardo Contão

Entrou em vigor no dia 31 de maio, Dia Mundial Sem Tabaco, o decreto da Prefeitura do Rio de Janeiro, que coíbe o fumo em locais coletivos fechados, públicos ou privados.

A partir do decreto, só será consentido que as pessoas fumem em áreas externas de prédios e estabelecimentos comerciais, bares e restaurantes. O objetivo do decreto é resguardar a saúde da população, pois, as doenças provocadas pelo fumo passivo é a terceira causa de mortes evitáveis no mundo.

Os fumantes não gostaram da idéia: “Eu acho ruim porque eu fumo e vou sentir falta quando estiver bebendo um chopp com os amigos". Reclama Victor Fontaine, fumante há mais de 15 anos. Por outro lado, outros fumantes gostaram da idéia: “Eu apoio a iniciativa da proibição do fumo, pois, eu já deveria ter parado com esse 'veneno' há um tempo". Recrimina-se Sandra Machado, fumante ha mais de 30 anos. Já, Maria Paula Aguiar, ex-fumante, acha justa a proibição: "Não adianta proibir radicalmente. Isso mostra a falta de sensibilidade do nosso Prefeito. Mas eu aprovo esse decreto, porque comer com fumaça de cigarro vindo em sua direção é horrível."

A Prefeitura do Rio oferece tratamento gratuito contra o tabagismo em 76 unidades da Secretaria Municipal de Saúde. Os endereços e telefones das unidades estão disponíveis na internet.

RJTV- Matéria sobre o decreto que proibi o fumo no Município do Rio de Janeiro.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Ipanema e Etc: Daslu x Leblon

Leonardo Contão

Saiu no jornal O Globo que a rede Daslu planeja chegar ao Rio de Janeiro, e, escolheu o Leblon como local para a instalação de sua filial.

Já está sendo negociado com as famílias Sendas e Diniz a compra da enorme e tradicional loja de supermercados Sendas, no Leblon. Localizada em um terreno de aproximadamente 5 mil metros quadrados, a casa Sendas pode se transformar na primeira loja Daslu na cidade do Rio de Janeiro.

Se a descarectarização do Leblon, pela existência da Daslu no bairro, será tema de debates entre os moradores do bairro, só o tempo vai dizer. Mas certamente a associação dos moradores do bairro Leblon(Ama-Leblon), já está de prontidão para futuros debates e análises de impácto na região.

Em entrevista a respeito da possível venda, o presidente da Ama-Leblon, senhor João Fontes não demonstrou nenhum interesse em estender o assunto. Segundo o mesmo, a associação recebeu a notícia com ceticismo e acredita que se ocorrer a venda será mais uma transformação do bairro. "É aguardar e sondar", finaliza.

terça-feira, 27 de maio de 2008

Moradores não querem mais mega shows na praia de Copacabana


Por Hélio de Carvalho

A Sociedade Amigos de Copacabana (SAC), a Associação de Moradores e Amigos de Copacabana (Amacopa), o Conselho Comunitário de Segurança de Copacabana e Leme, entre outros, se uniram e realizaram várias frentes de manifestação contra os shows que a prefeitura da cidade vem realizando na orla. O mais recente foi o do dia 1º de maio, em homenagem ao cantor e compositor Cazuza, que contou com a participação de quase dez cantores de expressão, tais como, Caetano Veloso, Gabriel o Pensador e a banda Barão Vermelho. Os moradores, por meio de suas associações, fizeram de tudo para cancelar o show de Tributo a Cazuza e até pensaram ter conseguido, após reunião com o comando das polícias Civil e Militar, Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros e até mesmo com o ex-subprefeito da Zona Sul, Mário Filippo. “Nada contra o artista”, afirmou Rose Oliveira, secretária da Amacopa. “São inúmeros os efeitos negativos para a região durante e depois dos eventos. Lixo por todo lado, trânsito de veículos insustentável, além do elevado número de ocorrências de roubos e furtos durante os eventos”, concluiu. De acordo com dados da SAC, no show dos Rolling Stones, em 2007, foram registrados 250 furtos e uma pessoa foi esfaqueada, além de danificadas várias calçadas. Segundo a delegada da 12ª DP, Marta Rocha, “a comunidade deve ser ouvida e compreendida, pois os shows devem interessar primeiramente aos moradores”, afirmou. Apesar da realização do show Tributo a Cazuza, contrariando a vontade popular, os moradores não se deram por vencidos e os eventos na praia de Copacabana parecem estar com os seus dias contados.

terça-feira, 20 de maio de 2008

Lagoa Rodrigo de Freitas ganha guia bilíngüe

Por Hélio de Carvalho
Cercado por alguns dos bairros conhecidos como pontos turísticos da cidade e privilegiada com um espelho d’água de 2,4 quilômetros quadrados, esse cartão postal vivo se tornou na última quarta-feira o novo pólo turístico do Rio. Com a transformação da Lagoa em pólo gastronômico, os bares e restaurantes vão poder promover atividades em conjunto. Também será montado um site para divulgar os eventos e as atrações do local.

Em uma iniciativa da Prefeitura do Rio, através da Secretaria Especial de Turismo, a região ganhou uma publicação em português e inglês que traz um mapa da Lagoa, conta sua história e enumera diversos itens de interesse, como quiosques, restaurantes, passeios, teatros, parques, clubes, feiras e shoppings, além de oferecer dicas de transporte, como chegar ao local de ônibus, metrô, bicicleta, táxi ou automóvel particular. São mil exemplares que serão distribuídos entre os operadores de turismo.

Segundo o Banco Central, o Brasil arrecadou quase cinco bilhões de dólares por meio do turismo no ano passado, a melhor marca já alcançada em sua história. Infelizmente, o Pólo de Turismo da Lagoa vem sendo recebido com desconfiança por parte de alguns de seus freqüentadores assíduos. É o caso da engenheira Maria Helena Scarpanni, de 38 anos, que diariamente utiliza a ciclovia. “Incentivar o turismo na Lagoa é muito bom, eu amo este lugar, é lindo a qualquer hora do dia! Lamento ver os quiosques abandonados e depredados, poças d’água e acúmulo de lixo por toda parte. [fotos] Isto ocorre há tanto tempo que nem sei se posso acreditar que o pólo vai mudar essa triste realidade”.

terça-feira, 13 de maio de 2008

Os últimos cafajestes


Por Hélio de Carvalho

No início da década de 50, a zona sul do Rio, mais propriamente Copacabana, era “dominada” por jovens bem-nascidos que subverteram a high-society carioca com suas festas e rebuliços, e fundaram o famoso Clube dos Cafajestes com o objetivo de chocar a sociedade. Era a época dos playboys. Paulo Soledade, Baby Pignatari, Ibrahim Sueed, Mariozinho de Oliveira, Mário Saladini, Cássio França, Castor Galvão Bueno e Jorge Guinle, somados a mais de 40 outras bem-sucedidas personalidades, fizeram da Avenida Atlântica o palco de muitas histórias, sempre envolvendo belas e famosas mulheres daquela época.
Jorginho Guinle conquistou ou flertou com as mais glamourosas musas do cinema dos anos 40 e 50, como Marilyn Monroe, Rita Hayworth, Ava Gardner, Kim Novak, Jayne Mansfield, Marlene Dietrich e Romy Schneider, entre outras.
Dessa geração restaram Mariozinho de Oliveira, de 85 anos; Mário Saladini, de 94 anos e Cássio França, de 86 anos. Apesar de sua idade, Mariozinho ainda dirige e se diverte muito contando o que “os cafajestes” aprontavam. “A gente dava até tapa na cara de delegado. Todos nos respeitavam!”.
O mascote do Clube dos Cafajestes e milionário, Túlio Marco, irmão de Castor Galvão Bueno, diz lamentar a Copacabana de hoje. “Eram mais de 500 recintos entre restaurantes de luxo e casas de espetáculo. Hoje sou obrigado a freqüentar a noite da cidade de São Paulo, quando "Copa" era, como se dizia na época, o lugar mais "bacana" para se viver no Brasil”.

Ipanema e Etc: La Mole faz 50 anos de boa comida

Leonardo Contão

O restaurante La Mole comemorou 50 anos de existência dia 25/04/08 com a volta de pratos clássicos ao cardápio e reformas nas casas da rede. A história do restaurante inicia em abril de 1958, quando o italiano Domenico Magliano fundou a Sorveteria e Pizzaria La Mole, na Rua Dias Ferreira, no Leblon.

Em sua expansão, o restaurante foi diversificando sua cozinha, introduzindo novos conceitos na gastronomia carioca, como o famoso couvert e o medalhão à piamontese.

Com clientes fieis, o restaurante do Leblon foi o começo da empreitada do La Mole na cidade maravilhosa. Quando o restaurante chegou à Barra, em 1974, não parou de crescer. Hoje são 15 lojas espalhadas pelo Estado do Rio, com aproximadamente 1000 empregados capacitados.

" Para a comemoração dos 50 anos, o La Mole aproveitou para lançar um cardápio especial, com pratos que marcaram a história da casa", relata Leandro Souza, gerente do La Mole Leblon. Leandro finaliza com orgulho: " O La Mole do Leblon é a casa principal, onde se testa inovações em pratos e serviços, e, está servindo de referência para as outras casas".

Pólos turísticos, a nova tendência carioca

Por Hélio de Carvalho

Rica em opções de arte, cultura, moda, gastronomia, esporte e lazer, a Cidade Maravilhosa vem recebendo ainda um significativo impulso nesses setores, com a criação dos pólos turísticos. Da zona norte à zona sul, dos subúrbios ao centro carioca, os pólos estão cada vez mais comuns. No ano passado foi a vez do Leblon e no próximo mês o bairro de São Conrado será decretado o mais novo pólo turístico do Rio de Janeiro.
Os pólos são organismos locais ou regionais que, a partir de decreto municipal, recebem o aval da Prefeitura para estebalecerem metas e estratégias que agilizem o setor turístico, em todas as suas potencialidades.
O publicitário Josnei Formágio, vice-presidente do Pólo Turístico de São Conrado, disse que uma das suas principais metas, inicialmente, é a de reverter o falso conceito que se tem do bairro, como sendo violento. "Temos um convívio fraterno com a Rocinha, mas o que precisa estar claro é que a Rocinha é um bairro distinto e não parte integrante de São Conrado. Os índices de violência alí registrados não podem ser creditados na nossa conta. São Conrado é um dos bairros cariocas que apresentam as menores ocorrências policias. Vamos publicar esses dados. Não é justo que carreguemos esse estigma, que, dentre muitos transtornos causados no comércio local, vem afetando também o setor imobiliário".
Com pouco mais de um ano, o Pólo Turístico do Leblon já colhe frutos. Numa iniciativa dos comerciantes e o apoio do Sebrae, Senac, Sind-Rio e da própria Prefeitura. Mantém ações de estímulo na melhor relação entre os moradores, o poder público e o comércio, organizando e fomentando o turísmo no bairro.

Ipanema e Etc / Comunidade: A musa da bossa nova

Claudio Santos
Depois do gênero ter sido lançado, o Cantor João Gilberto resolveu incrementar o ritmo da bossa nova com algumas batidas instrumentais, e assim além dele, os cantores Vinícius de Morais, Tom Jobim e C&a se reuniam no apartamento dos pais de Nara Leão na Avenida Atlântica.

Por conta das poesias que eram referência à beleza feminina e pelo fato desses ensaios musicais, serem realizados em sua casa, a jovem Nara tornou-se a musa da Bossa nova.
Logo, os espaços que serviram para ensaios foram substituídos pelos show's realizados em escolas, grêmios e faculdades.

Após se apresentar pela primeira vez num desses eventos, a cantora estreou profissionalmente no musical de Vinícius de Morais e Carlos Lyra. Uma vez lançada a cantora passou a resgatar os antigos sambas de morro. Nara foi a primeira cantora a dar destaque a compositores como Cartola e Nelson Cavaquinho que faziam músicas que falavam da realidade nada bela do proletariado marginalizado.

Esse feito lhe deu bastante destaque, mas acabou trazendo alguns problemas na época da ditadura militar. A musa só não sofreu com a pressão dos militares por que os intelectuais intervieram a seu favor.
Mesmo assim, ela foi a primeira cantora consagrada a apoiar o movimento Tropicália e seguiu fazendo protestos através de sua música durante o tempo que achou necessário.
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Ipanema e Etc: Inauguração do Teatro Oi Casa Grande

Leonardo Contão

No mês de maio será inaugurado o teatro Oi Casa Grande. A casa será montada no mesmo endereço do histórico Teatro Casa Grande, na Rua Afrânio de Melo franco, no Leblon. O teatro terá formato de arena e contará com três pisos.

O palco terá visibilidade de todos os âlgulos da sala e irá contar com um fosso para a orquestra da casa, que poderá ser utilizado de mais duas maneiras. Na ausência da orquestra poderá ser nivelado à altura da platéia, para aumentá-la ou igualar-se ao palco.

O Oi Casa Grande pretende resgatar e preservar a historia do Original que foi fundado em 1966. Ficou marcado nos anos 60 e 70 como um núcleo de resistência de artistas e intelectuais à ditadura militar.

O espetáculo de estréia será uma montagem de " A Noviça Rebelde " que será exibido pela primeira vez no país desde que foi produzido em 1960.

No website Oi Casa Grande haverá a cobertura editorial do espetáculo com críticas, curiosidades, espaço para comentários do público e os bastidores das produções.

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terça-feira, 6 de maio de 2008

Ipanema e Etc / Comunidade: A bossa nova de Ipanema

Claudio Santos


Ao contrário do que se costuma dizer dos empreendimentos ou iniciativas realizadas no mês de agosto (mês do desgosto), o gênero bossa nova que foi criado neste período, precisou de pouquíssimo tempo para alavancar os lucros da indústria fonográfica no Brasil.

Foi nos anos 50 que alguns jovens previamente intelectualizados, cansados de ouvir as mesmas músicas, resolveram unir o rítimo do samba ao Jazz americano e harmonizá-los como unidade. Com maestria, atingiram o objetivo desejado, e do resultado desse "casamento" surgiu a bossa nova. Os primeiros sucessos do gênero foram lançados em disco de vinil no ano de 1958 interpretados na voz de Elizeth Cardoso.

Entre eles estavam composições de Tom e Vinicius, como Chega de Saudade, Bim-bom de João Gilberto e outros que tornaram-se nos clássicos que ficaram registrados por seus precurssores e imortalizados pelos artistas que seguem ou reverenciam a bossa.

Justamente por conta disso, nos deparamos com a realidade que quase contradiz o espaço de tempo de toda essa história quando ouvimos tais obras. Pois o feito desses jovens acabou de completar 50 anos, e seja por questão de bom gosto ou "hereditariedade", a bossa nova "ao contrário de outros fenômenos efêmeros" permanece plena e vitoriosa no gosto dos brasileiros e estrangeiros que se encantam ao ouvir pérolas como o clássico garota de Ipanema".
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terça-feira, 29 de abril de 2008

Ipanema e Etc: Guarda Municipal comemora oito anos de praia

Leonardo Contão

O Grupamento Especial de Praia, o GEP, comemora oito anos de sua existência. O grupamento foi criado em 2000 com o dever de assegurar à banhistas e freqüentadores das praias da zona sul mais segurança na areia, também, prestando assistência educativa aos banhistas.

A comemoração, com um café da manhã, foi oferecido às autoridades, inspetores da GM e representantes comerciais, das áreas cobertas pela guarda, que estavam presentes. Perto de completar uma decada de existencia, aproveitaram para fazer um balanço de sua atuação desde sua fundação.

Aline Almeida, 28 anos, moradora do Leblon, faz questão de cumprimentar todos os guardas que estão perto dela. "Eu perdi meu filho na praia, nessa confusão de domingos de praia lotada, e, fui achá-lo depois em uma das tendas montadas na areia, pelo Grupamento".

O Grupamento Especial de Praia foi criado com a missão de patrulhar as areias da zona sul. O Grupamento se diferencia pelos uso de uniformes distintos do oficial usado pela Guarda Municipal.

Em oito anos de existência O GEP efetivou mais de 50 guardas, com uma média de 50 homens atuando, diáriamente, das 7h às 19hs, em 11 tendas instalados em pontos estratégicos na areia.

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quarta-feira, 16 de abril de 2008

Um hino de amor à Ipanema


Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça, é ela menina, que vem e que passa, num doce balanço, a caminho do mar.... assim começa uma das canções brasileiras mais famosas no mundo, foi originalmente composta por Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes em 1962. A gravação em inglês (letra de Norman Gimbel), pela cantora Astrud Gilberto em 1963, lançou The Girl from Ipanema, sua versão em inglês, como sucesso mundial. Originalmente, Vinícius de Moraes fez uma versão diferente desta música, com o nome de Menina que passa, que continha a letra.

Porém, nem Tom Jobim nem Vinícius de Moraes gostaram da letra da canção. Então a versão definitiva foi refeita mais tarde por Vinicius, inspirado numa moça que passava freqüentemente em frente ao Bar Veloso (hoje Garota de Ipanema), que se chamava Heloísa Eneida Menezes Pais Pinto - mais conhecida como Helô Pinheiro, em Ipanema.Tom e Vinícius freqüentavam assiduamente o bar, que dispunha de pequenas mesas na calçada.

A Garota de Ipanema, Heloísa, morava na rua Montenegro, número 22 e somente dois anos e meio depois, já com namorado, que ficou sabendo que era a inspiração da canção. A música representa a essência, o espírito, a liberdade, a sensualidade e a vibração das pessoas que freqüentam e passam do por Ipanema. Além de retratar o amor dos dois autores pelo bairro berço da bossa nova, a música foi um marco para a história da música popular brasileira.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Em Copa, Carnaval do Monobloco já começou

Há oito anos, quando o Monobloco deu seus primeiros passos ainda no pequeno Clube Condomínio, o carnaval do Rio de Janeiro começou a se redesenhar. Resgatando clássicos da cultura carnavalesca e incorporando outros gêneros ao repertório, o bloco inluenciou uma renca de gente e incentivou a criação de muitos dos blocos que ressucitaram o carnaval de rua no Rio.

Já se vão dois meses desde que o Carnaval carioca 2008 se encerrou, com um desfile do Monobloco pela orla de Copacabana que arregimentou uma multidão. Mas enquanto a cidade esboça uma volta ao seu ritmo "normal", essa turma já começa a pensar na folia do ano que vem. Afinal, a cidade é festeira, mas se antecipar também não faz mal.


Desde o começo de abril, as aulas da oficina recomeçaram na pequena Sala Baden Powell, em Copacabana. De acordo com o produtor do grupo, Marcelo Teixeira, a oficina já contabiliza 173 alunos inscritos "e mais 17 numa lista de espera". Muitos deles entram sem ter jamais tido qualquer contato com a música e, por isso, as primeiras aulas são baseadas na "técnica do passo", método de musicalização criada pelo músico Lucas Ciavatta. Passado o primeiro estágio, começam a aprender as primeiras levadas e a ensaiar os arranjos do bloco.


Em janeiro do ano seguinte, os alunos participam de uma série de apresentações na Fundição Progresso - os famosos ensaios do Monobloco - que servem como um "esquenta" para o prato principal: o desfile do carnaval (em geral, no domingo seguinte ao feriado) que arrasta uma maré de gente e simplesmente pára Copacabana.


Coisa pra iniciados. Agora só falta você se iniciar!

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Ipanema da origem à atualidade



O Bairro de Ipanema nasceu com a fundação da Vila Ipanema, em 1894. Seu nome foidado em homenagem ao Comendadro Moreira filho, 2o Barão de Ipanema ou a seu pai Barão e Conde de Ipanema, que junto a seu sócio o Coronel Antonio José da Silva se incumbiram de urbanizar a área. Em 1902, os bondes chegaram a Vila Ipanema, onde hoje se encontra a Praça General Osório, mas ainda nesta época, a Vila contava com 118 residências, e seus moradores tinham que enfrentar alagados e a existência de vários focos de mosquitos. A Praça Nossa Senhora da Paz, antiga Coronel Valadares, deve seu nome à Igreja confiada aos franciscanos, construída com a indenização paga à Cúria pela demolição da Igrejinha de Copacabana.

Diversas ruas de Ipanema tiveram seus nomes dados em homenagem à família do sócio do Barão, como: Dario Silva atual Aníbal de Mendonça; a Pedro Silva, atual Garcia D'Ávila; a Otávio Silva, atual Maria Quitéria; a Oscar SIlva, atual Joana Angélica e a Irineu Silva, que deixou de existir; todos sócios de empreendimentos imobiliários da urbanização das áreas que deram origem ao Bairro. Outras ruas homenageavam amigos do Barão, como: Alberto de Campos, genro do Barão; a Montenegro, outro genro do Barão que é a atual Vinícius de Moraes. A Rua Visconde de Pirajá já se chamou Rua 20 de Novembro, também em homenagem ao Barão.

Em 1922, o Prefeito Carlos Sampaio, foi incumbido de preparar a cidade para as comemorações do Centenário da Independência, nesta época os nomes das ruas foram mudados, para homenagear brasileiros que tiveram participação ativa nas lutas pela Independência. Atualmente o Bairro é local de residência de pessoas abastadas, tendo apartamentos de alto luxo, principalmente na beira-mar, que juntamente com o Leblon forma a região de residências mais caras da cidade. Ipanema é um dos Bairros mais sofisticados e elegantes do Rio de Janeiro, possue shopping-centers, cinemas, lojas de estilistas internacionais, bons restaurantes, lojas de comércio fino e galerias de arte..



A rede brasileira que vende produtos naturais – como alimentos integrais, dietéticos e cosméticos – e ainda itens esotéricos como incensos e CDs de meditação


A onda por um mundo mais saudável, uma alimentação mais balanceada e uma vida mais leve, tem feito a rede de Lojas Mundo Verde um sucesso.
A primeira Loja Mundo Verde foi fundada em 1987, em Petrópolis, no Rio de Janeiro. Hoje, 20 anos depois, a rede já tem 108 lojas.
O Mundo Verde é uma rede de lojas de produtos naturais baseado na alimentação natural, orgânica, preservação da natureza e por um mundo mais verde.
Todos os vendedores das lojas são treinados para dar informações nutricionais sobre os produtos oferecidos e dicas de bem-estar. O site da rede também oferece dicas nessa linha e a rede ainda conta com o "Alô Nutricionista", um serviço telefônico para toda a clientela saber as qualidades dos alimentos e dicas de preparação da natureza,

A rede Mundo Verde lançou as VASSOURAS ECOLÓGICAS, feitas de garrafas Pet, através do Projeto de Educação Ambiental "Recicla Três Rios".
As vantagens que as vassouras ecologias trazem são cerdas que não soltam, Ideal para todo tipo de limpeza, econômica e durabilidade de aproximadamente 8 meses

Para ser um franqueado da rede é preciso pensar verde. Ou seja, é necessário estar de acordo com os princípios da empresa: oferecer qualidade de vida, consumo responsável e sustentabilidade.

Se você se interessa em abrir uma franquia entre no site
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A loja Mundo Verde de Ipanema fica na Rua Visconde de Pirajá, 443, loja c , na Praça da Paz. Telefone para contato : 3813 - 0046